Minha Primeira Vez
Ontem a noite deixei de ser especial, fui assaltado, sério, pela primeira em São Paulo fui assaltado, levaram meu celular, tudo bem, ele foi apenas um real e vou pegar outro de graça, nem to ligando muito para isso. Mas, o que pesou mais foi o sentimento de que sou um ser normal, que é roubado.
Realmente é uma sensação estranho, fiquei pensando o que poderia fazer, estava com duas amigas e oito cervejas nas mãos, decobri que sou realmente uma pessoa fria, pois durante o pouco tempo que isso levou, pensei em deixar cair as cervejas no chão e dar um soco na cara do figura que levou meu celular, mas além disso pensei que ele poderia estar realmente armado, pensei que seria até fácil sair da linha de tiro se ele tivesse armado, mas poderia deixar minhas amigas desprotegidas, depois pensei, só paguei um real por essa porcaria, com certeza pego um bonus e levo outro celular de graça, cheguei então a conclusão de que seria melhor deixar ele levar o celular, seria até bom, nos dias que ficasse sem ele economizaria uma boa grana pelo menos. E quando ele finalmente foi embora e deu as costas a tentação foi grande, mas resisti, acreditei que ele morava na pracinha da Ana Rosa e se, por um acaso, eu conseguisse enche-lo de porrada ali, não conseguiria andar tranquilo perto da minha casa por um bom tempo.
Acho que fiz a coisa certa, ninguem se machucou, domingo já vou estar de celular novo as cervejas chegaram inteiras e geladas em casa, ocorreu tudo bem.
Realmente é uma sensação estranho, fiquei pensando o que poderia fazer, estava com duas amigas e oito cervejas nas mãos, decobri que sou realmente uma pessoa fria, pois durante o pouco tempo que isso levou, pensei em deixar cair as cervejas no chão e dar um soco na cara do figura que levou meu celular, mas além disso pensei que ele poderia estar realmente armado, pensei que seria até fácil sair da linha de tiro se ele tivesse armado, mas poderia deixar minhas amigas desprotegidas, depois pensei, só paguei um real por essa porcaria, com certeza pego um bonus e levo outro celular de graça, cheguei então a conclusão de que seria melhor deixar ele levar o celular, seria até bom, nos dias que ficasse sem ele economizaria uma boa grana pelo menos. E quando ele finalmente foi embora e deu as costas a tentação foi grande, mas resisti, acreditei que ele morava na pracinha da Ana Rosa e se, por um acaso, eu conseguisse enche-lo de porrada ali, não conseguiria andar tranquilo perto da minha casa por um bom tempo.
Acho que fiz a coisa certa, ninguem se machucou, domingo já vou estar de celular novo as cervejas chegaram inteiras e geladas em casa, ocorreu tudo bem.

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